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Um romance que não se parece com nenhum outro
Enaltecido com entusiasmo por autores consagrados como Oliver Sacks e Ian McEwan e vencedor do Prémio Whitbread e do Prémio da Commonwealth para o Melhor Primeiro Livro, conquistou a aprovação massiva dos leitores em todos os países onde foi publicado.
O seu protagonista, Christopher Boone, é um dos mais originais que surgiram no panorama da narrativa internacional nos últimos anos, e está destinado a tornar-se um herói literário universal à altura de Oliver Twist e Holden Caulfield. Aos quinze anos, Christopher conhece as capitais de todos os países do mundo, pode explicar a teoria da relatividade e recitar os números primos até 7.507, mas tem dificuldade em relacionar-se com outros seres humanos. Gosta de listas, esquemas e da verdade, mas detesta o amarelo, o castanho e o contacto físico. Embora nunca tenha ido sozinho além da mercearia da esquina, na noite em que o cão de uma vizinha aparece atravessado por um garfo, Christopher decide iniciar a busca pelo culpado.
Imitando o seu admirado Sherlock Holmes — o modelo de detetive obcecado pela análise dos factos —, as suas investigações levá-lo-ão a questionar o sentido comum dos adultos que o rodeiam e a desvendar alguns segredos familiares que vão virar do avesso o seu mundo ordenado e seguro.
Críticas:
«Comovente, verosímil e muito divertida.»
Oliver Sacks
«Soberbo. Mark Haddon escreve com sabedoria e sentido de humor.»
Ian McEwan
«Não percam a oportunidade de olhar o mundo através dos seus olhos.»
El Periódico
«Um narrador absolutamente singular.»
Territorios
«Obra perfeita.»
Caballo Verde
«Reflexões de uma beleza e profundidade invulgares.»
Babelia
«Páginas cheias de ternura.»
El Cultural
«Um livro apaixonante.»
Blanco y Negro Cultural
«Excecional. Ao olhar através dos olhos de Christopher, vemos o mundo com maior clareza e compreendemo-nos melhor a nós próprios. Que mais se pode pedir a um livro?»
The Sunday Telegraph