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Sete anos se passaram desde que os jovens charakternyks escolheram o Caminho do Lobo. O confronto entre a Aliança do Norte e a União dos Dois Mares abalou a Ordem Cinzenta: muitos morreram, e os que sobreviveram carregam cicatrizes tanto visíveis quanto ocultas. O Tenente da Guerra (Crónica da Ordem Cinzenta, Livro 2) de Pavlo Derevianko, agora na sua edição ucraniana em capa dura de 2025 da Vydavnytstvo Staroho Leva, tem 536 páginas e explora como a guerra forja os seus heróis e testa as suas lealdades.
No Hetmanato, estão em curso preparativos para eleger um novo hetman. Rumores de ameaças externas e traições internas intensificam-se. Em meio a intrigas sombrias, a Ordem Cinzenta enfrenta inimigos não só no campo de batalha, mas também nos corações. Personagens marcados pela perda devem equilibrar amor e dever, enquanto defendem o que lhes é caro — o seu povo, a sua honra e a frágil ideia de estado.
Derevianko entrelaça fantasia sombria e elementos de épico de guerra, misturando seres míticos mágicos, folclore e toques steampunk numa história de resiliência. O cenário é ricamente imaginado, os riscos são altos, os personagens humanos nas suas falhas assim como no seu valor. Este livro é ideal para leitores de fantasia que preferem histórias de guerra com peso emocional, tensão política e ambiguidade moral. Se adorou o primeiro volume de A Crónica da Ordem Cinzenta, esta sequela aumenta a intensidade e aprofunda o lore.