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E se uma sociedade sem conflito, desigualdade ou sofrimento escondesse o maior perigo para a nossa humanidade? Em Quase o Mundo Perfeito, Laurent Gounelle cria um comovente romance filosófico ambientado num mundo que parece impecável — até começarem a surgir fissuras. David Lisner é um jovem programador analítico que vive entre os “justos” numa sociedade cuidadosamente gerida. Perto dali encontra-se uma ilha de dissidentes que rejeitam o modelo tecnocrático. Quando David é enviado numa missão para contactar Eva — a herdeira de um sociólogo de renome — ele confronta sistemas, expectativas e a sua própria rebelião interior.
Eva resiste ao controlo, insistindo na sua liberdade e no direito de fazer escolhas, mesmo que imperfeitas. À medida que a lealdade de David ao sistema choca com a sua crescente empatia, ele deve decidir: conformar-se ou lutar pela autenticidade. Com 400 páginas de narrativa rica, esta edição em capa dura ucraniana é um convite a questionar o que significa realmente a perfeição — e se a verdadeira liberdade reside na imperfeição.